Tudo começou com uma ligação que, no fundo, eu sabia que mudaria minha vida. Estava em uma pequena cidade no interior de São Paulo, trabalhando em um projeto que exigia minha atenção, quando meu celular tocou. Era minha esposa, e sua voz carregava uma urgência que me fez gelar.

Eu estava em minha casa, do lado de fora, comecei a ouvir vozes, murmúrios que se transformavam em gritos aterrorizantes. Eles estavam lá fora, pegando um por um. Começaram com os vizinhos, matando-os brutalmente. As ruas se encheram de gritos de pavor e dor. Olhei pela janela, tremendo de medo. O cenário que vi foi de um verdadeiro inferno, com labaredas de fogo subindo aos céus. As ruas estavam cheias de figuras demoníacas, seus corpos cobertos de sombras e suas pernas terminando em cascos de cavalo.

Desde o momento em que entrei no aeroporto, uma sensação de inquietação me acompanhava. Não era apenas o nervosismo habitual de voar; era algo mais profundo, mais visceral. Um aperto no peito, como se algo estivesse errado, mas eu não sabia o quê. Meu coração estava acelerado, martelando no peito como um tambor de guerra, e gotas de suor escorriam pela minha testa, frias e pegajosas. Meu estômago se revirava, enjoado, como se algo dentro de mim soubesse que eu não deveria estar ali.

Desde que me conheço por gente, sempre fui um bom cozinheiro. Minhas habilidades na cozinha são elogiadas por todos que provam meus pratos, especialmente meu prato de carne. Meus amigos sempre dizem que minha comida é maravilhosa e, recentemente, insistiram para que eu participasse do maior programa de culinária do Brasil, " O Mestre da Cozinha".

Eu estou aqui, com minha roupa romana, à frente dos meus soldados. Minha túnica vermelha, adornada com tiras de couro, é coberta por uma armadura de escamas de bronze que reluz sob a luz do sol. Um manto púrpura, preso ao meu ombro por um broche dourado, esvoaça ao vento. Uso um capacete ornamentado com uma crista de plumas vermelhas, símbolo da minha posição de liderança. Minhas sandálias de couro estão firmemente amarradas, e sinto o peso de meu gládio, uma espada curta e afiada, ao lado de um punhal preso à cintura.





